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DEGOLA 2006

 

Emilio esta perguntando 

 

 e nos respondendo !!!!

Gente comeco o DEGOLA 2006 EAI O QUE VOCE ACHA??????? QM DEVE SAIR DO PROGRAMA DE RADIO TENQUE ESCOLHER 2 SAO AS SEGUINTES OPCOES

AMANDA                         Vinicius                   

   

Carlinhos

      

Ceara                Sabrina                  

    

Carioca                         Senna

   

 

Eai em Quem VOCE VOTA????????



- Rabiscado by: ««öß®¡gäðö»» às 20h38
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ENTREVISTA
Polêmica no ar


A comédia da televisão brasileira não é mais a mesma depois de Emílio Surita e sua turma, do "Pânico na TV". O programa é alvo das piores críticas e dos maiores elogios, tanto da imprensa como do público




A comédia da televisão brasileira não é mais a mesma depois de Emílio Surita e sua turma, do "Pânico na TV". O programa é alvo das piores críticas e dos maiores elogios, tanto da imprensa como do público, que se divide entre telespectadores, aos domingos, na Rede TV, e ouvintes, de segunda a sexta-feira, na Jovem Pan. Eleito pela revista "VIP", o Homem do Ano 2005, na categoria televisão, Surita conversou com exclusividade com o "Buchicho" e falou sobre como tudo começou, o sucesso do programa, sua rotina de trabalho e a recusa ao título de celebridade.

OP - Você acredita que o "Pânico" é um programa de sucesso?
Surita - É um programa diferente. Mexeu com muita coisa na televisão brasileira. Fazemos o humor que há muitos anos não é visto mais na TV. Colocamos nossos personagens na rua e eles são reais, vão lá na realidade dos outros e fazem "zoação" com isso. Mas também estamos sempre inventando coisas novas, que é para se manter.

OP - E a que você atribui esse grande sucesso?
Surita - Houve uma aproximação com o público jovem. A nossa linguagem é jovem, até porque, além de mim, toda a equipe tem 20 e poucos anos e não teria como ser diferente. Fazemos molecagem num horário competitivo e chamamos atenção.

OP - Tem gente que não vê a menor graça no programa. Como que você enxerga isso?
Surita - Existem pessoas que são conservadoras, que têm outra postura diante do humor. É como piada, tem gente que morre de rir e, de repente, você conta para outra pessoa que não acha a menor graça. Vai muito da percepção da pessoa.

OP - Como você avalia as agressões físicas que o Vesgo e o Silvio sofrem de alguns artistas?
Surita - O Netinho, por exemplo, foi um infeliz. Coitado. Os repórteres não vão mudar em nada por causa disso. Vão continuar irreverentes. Ficamos todos surpresos pela agressão, mas faz parte do trabalho que o Vesgo faz. Todos sabemos que ele corre esses riscos.

OP - Você não acha que eles são muito invasivos quando abordam algum artista?
Surita - A idéia é esta mesma e é nessa atitude que está a irreverência deles. Tem gente que gosta e os que não gostam.

OP - Foi sua a idéia de levar o "Pânico" para a televisão?
Surita - O programa "Pânico" existe há 13 anos na rádio e teve uma época que o Tutinho, dono da rádio, decidiu colocar câmeras dentro do estúdio para transmitir o programa pela internet. Deu super certo. Aí, ele pensou em vender o programa para a televisão e a Rede TV comprou a idéia e estamos aí.

OP - Mas a idéia do programa é sua?
Surita - Não. Todo mundo participa. A equipe é muito grande. O programa não é feito só por uma pessoa. Acontece que sou o mais velho do pessoal, tenho 44 anos, e posso passar a idéia de dono, por estar no "Pânico" na rádio antes da equipe que está hoje. Mas todo mundo trabalha igual.

OP - Na televisão, a idéia que se tem é de que você lidera a equipe...
Surita - O que faço ali é o papel de distribuidor das coisas entre a equipe. Os repórteres Vesgo e Silvio são os que têm talento. São eles que estão na rua e fazem as pessoas rirem. Eu só controlo o tempo. Quando está demorando demais ou quando vai estourar o limite, fico regulando isso.

OP - Existe uma notícia circulando na internet de que o Pânico na TV viraria um programa diário em 2006. É verdade?
Surita - Tomara que não. Nem fala um negócio desse, porque eu já trabalho tanto que não quero nem saber dessa história! A direção da Rede TV ainda não falou nada com a gente e espero que não venha falar.

O POVO - Você ficou surpreso com a nomeação de Homem do Ano da televisão pela revista "VIP"?
Emílio Surita - Achei que não teve nada a ver, mas fiquei feliz. O problema é que essa votação não tem muita credibilidade, foi feita pela internet e nenhuma pesquisa séria é feita virtualmente. No final, quem votou foi a molecada que fica navegando e também gosta do "Pânico na TV". Eu não sou um cara de televisão.

OP - Você se considera um homem de quê?
Surita - Sou um cara de rádio. Há 20 anos, faço programas em rádio com entrevistas e muito humor, levando sempre para o lado escrachado.

OP - E como foi encarar a televisão? Você se sente à vontade diante das câmeras?
Surita - Me sinto super à vontade, porque a equipe é a mesma que está todo dia junta. Não tem aquela coisa de trabalhar com novas pessoas e ter novo tipo de trabalho. É a mesma coisa que fazemos na rádio.

OP - Você já se sente uma celebridade?
Surita - Não sou celebridade nenhuma. A minha vida não mudou nada, continuo trabalhando muito. Chego às 10 da manhã na rádio e só saio às oito horas da noite. Trabalho de segunda a segunda. Quer dizer, a minha vida mudou, sim. Agora, com a televisão, trabalho muito mais.

OP - Mas agora você é reconhecido na rua, não é?
Surita - Claro. Isso acontece. As pessoas pedem autógrafos, querem uma lembrança. O rádio não tem a glamourização que a televisão tem. No jornalismo também não existe isso, mas a televisão potencializa tudo. Se você aparece na TV, parece que faz sucesso.

Quem assiste ao Pânico na TV:

Sara Rodrigues, 12, estudante - "Assisto todo domingo. Acho 'massa'! É perfeito a parte que os repórteres ficam 'zoando' com as pessoas. Tem gente que tem até medo deles, mas eles não falam sério. Mas agora tem muita propaganda, que é chato."

Mateus Rodrigues, 8, estudante - "Acho engraçado. Adoro quando eles ficam 'zoando' os outros e sempre assito".

Simão Pedro, 16, estudante - "É humor puro. Não acho que o programa seja exagero; acho profissional e divertido".

Sávia Diógenes, 14, estudante - "À vezes, tem brincadeira de mal gosto. Falam mal das pessoas quando ela não é muito famosa e acho super chato."

Eduardo Gondim, 14, estudante - "Eles sabem fazer bagunça do jeito que a gente gosta. Mas, às vezes, eles 'pegam pesado e avacalham'."

Tamara Raíza, 14, estudante - "Às vezes, eles magoam a pessoa. Acho que eles não deveriam falar certas coisas que são verdades, mas a pessoa não gosta de ouvir. A Carolina Dieckman que está certa. Se ela não gosta, tem que proibir mesmo."

Fonte: www.jovempanfm.com.br/panico/blog



- Rabiscado by: ««öß®¡gäðö»» às 20h35
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